Vendas de automóveis na China crescem 16,4% em julho - DV

Vender mota a particular

Edit: Problema resolvio (ver final do post). Obrigado a todos que responderam.
Boas,
Eu quero vender uma mota e é a primeira vez que vendo um veículo.
Já tenho comprador interessado e tudo acordado entre nós contudo tinham-me explicado que o ato de venda consistia em eu e o interessado irmos ao registo e eles tratavam-me da papelada e saia da porta com a mota já no nome dele.
Contudo o interessado diz-me que so tem disponibilidade aos fim de semanas por isso a única coisa que pode fazer é assinar uma declaração de venda (primeira vez que ouço falar neste documento), ele paga-me e fica com a mota e quando eu puder vou ao registo sozinho.
Eu tenho receio que isto seja uma jogada e de alguma forma e que me vá lixar dado que vou deixar a mota em nome de outra pessoa enquanto não for ao registo com o documento. Não é muito dinheiro em jogo e prefiro não ter um desconhecido ter um acidente com a mota enquanto em meu nome.
Alguém que tenha passado por este processo de vender um veículo pode-me dar algum descanso e explicar se é seguro ir para a frente com isto?
Obrigado! E qualquer sugestão é bem vinda.
Edit para esclarecer: Eu é que ficaria com a declaração de venda e já assinada por ele. Ele diz-me que este documento tem duas semanas de validade e que serve como prova do ato.
Edit depois de problema resolvido:
TL;DR: A não ser que seja em último recurso e tenham bastante confiança na outra pessoa, NÃO vendam veículos (seja carro ou mota) desta forma. Este tipo de negócio vai ser tão seguro quanto emprestar a mota a um desconhecido. Eu não volto a repetir.
A data do meu voo para fora do pais estava próxima e queria tratar disto tudo antes disso. Essa era a única razão para sequer considerar fazer isto desta forma em vez de esperar por outro comprador que tivesse disponibilidade durante a semana.
Depois de ter feito este post, falado mais vezes com o comprador, ter parado em alguns stands de venda de automóveis aleatórios para perguntar a mesmo pergunta que fiz neste post, falado com um solicitador e ligado para a PSP da minha zona... ninguém me soube responder com confiança. Quase todos me deram respostas diferentes.
Ainda assim aceitei tratar das coisas desta forma com este comprador dada a confiança que ganhei na pessoa (ainda assim corria um risco - quem vê caras não vê corações), mas não houve problemas e o comprador não passou numa zona escolar a atropelar todos os menores em vista e também não fez nenhum drive by numa esquadra da polícia (o meu medo lol) por isso não tive problemas.
Algumas coisas que espero poder esclarecer a alguém que encontre este post no futuro: - O seguro do veículo tem de estar no mesmo nome do proprietário. Por isso, caso façam a troca de dinheiro/mota ao fim de semana, e ate uma pessoa ir ao registo, a pessoa em que o veículo/seguro esta e que vai ser responsável por acidentes/multas/crimes que o comprador cometa nesse tempo. - Não deixam-te cancelar o seguro so por dizer que vendeste a mota. Tens de enviar o comprovativo que iras receber no registo. - Transferências bancarias podem ser canceladas de várias formas por isso não confies apenas num comprovativo de uma transferência como pagamento. - Fica SEMPRE com pelo menos uma cópia de todos os documentos envolvidos (isto não se aplica a este caso apenas claro).
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Brasil e a América do sul (2018)

Brasil e a América do sul (2018)

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🌎A América do Sul é o espaço privilegiado de atuação da diplomacia brasileira🇧🇷. As circunstâncias geográficas e a densidade dos contatos econômicos💰, culturais🎞 e humanos🤗 impõem uma prioridade natural à política externa para a região. A integração sul-americana é, portanto, vetor fundamental da política externa brasileira🇧🇷, destacando-se sua participação em organizações como o MERCOSUL e a UNASUL e mecanismos como a CELAC, que também inclui os países centro-americanos e caribenhos. . 🌎Dos 11 demais países países sul-americanos (a Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França🇫🇷 ), o Brasil🇧🇷 faz fronteira com 9️⃣. A balança comercial do Brasil🇧🇷 com o conjunto dos outros países da América do Sul é tradicionalmente superavitária➕ para o Brasil🇧🇷. Em 2017, o superávit➕ brasileiro com os países da região chegou a quase US$15 bilhões. Mais de 84% das exportações🏗 brasileiras para os países sul-americanos em 2017 foram de produtos manufaturados🏭, destacando-se as vendas de automóveis de passageiros🚙 (16%), óleos brutos de petróleo🛢 (6,8%) e veículos de carga🚛 (6,7%). . #cursoCACD #CACD #politicainternacional #PI #diplomacia #politicaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #diplomata #Cespe #concurso #atualidades #Brasil #AméricadoSul #MERCOSUL #UNASUL #comércioexterior #balançacomercial #comércio #integraçãoregional
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Como conseguir dinheiro para abrir um negócio e o que fazer?

Sério.
A situação não está fácil e eu tenho uma garagem que precisa de umas reformas, mas dá pra usar para fazer alguma coisa.
Só tenho dois problemas:
Alguém tem alguma ideia?
Obrigado!
Perfil: Cidade do interior, com menos de 40 mil habitantes. A rua da garagem é mão unica, tem uma zona azul na frente, mas tem estacionamento na rua sem ser zona azul. Passa bastante carro, e pouca gente à pé. Existem outros pontos próximos, como dois cabelereiros, uma venda de automóveis e um loja de pisos e etc.
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Reddit, me ajude a trocar de carro!

Olá, eu estou pensando em trocar de carro mas não entendo nada, nem de carro nem de financiamentos/trocas/vendas de automóveis. Recém me formei na universidade, consegui um emprego legal e acabei de passar pelo período de teste sendo efetivado. Possuo um Fiat Uno Mille Fire 2004 e to querendo pegar um carro mais novo, mas que não seja caro, algo em torno dos 20 mil reais, pois não tenho como pagar uma parcela de 1000 reais, mas tb não quero ficar 6 anos pagando um veículo. Não tenho dinheiro guardado, tudo que posso dar de entrada seria esse Fiat Uno. Quais são as principais coisas para qual devo me atentar quando tentar conseguir um carro novo? Na hora de financiar, como devo proceder? De quais maneiras posso acabar 'me ferrando' ? A taxa de juros em carros 0km é menor? Vale a pena pegar um 0km ou melhor mesmo é pegar um usado, desde q seja um modelo mais novo tipo 2013~14? Tenho interesse em continuar com fiat, então pensei em pegar um desses novos Uno Vivace. Ah outra coisa, moro em Florianópolis - SC.
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Discussão e Análise de Empresas: Locamerica LCAM3

Discussão e Análise de Empresas: Locamerica LCAM3
Fala pessoal, seguindo o post da semana passada resolvi trazer hoje a discussao sobre LCAM3.
A queridinha da Nord e de muitos analistas, e que agora valorizou demais com a venda para Localiza. Mas o que sera que as locadoras tem de diferente que chamam tanto a atencao dos fundos?

Empresa: Locamerica (Unidas)
Fonte Status Investing
Setor: Locação de Veiculos
Case de Investimento: Crescimento

Fonte RI da Empresa
Market Cap (Valor de mercado): 16,5 Bi
Resumo: A Locamerica – Companhia de Locação das Américas é uma empresa de terceirização de frotas e revenda de veículos seminovos, sediada em Belo Horizonte - MG. A Companhia hoje possui 30 filiais pelo Brasil e uma frota terceirizada de mais de 30.000 automóveis. Seu presidente é Luis Fernando Porto.
Preço da ação ultimos 5 anos: Mínima de 1,15, Máxima de 25,01. Atualmente no all time high


Fonte Yahoo
Resultados Financeiros:
Ja na análise de resultados fica fácil entender o porque da ação valorizar tanto, a empresa vai praticamente duplicando a receita e lucro a cada ano. E passou pela crise muito bem, com um prejuizo de apenas 14 milhoes do Q2 de 2020.

Fonte investing

ndicadores Fundamentalistas:
Empresa tem em geral ótimos resultados, um pouco abaixo da industria mas ainda assim muito bons.
Fonte investing

Evolução dos Indicadores Fundamentalistas:
Margem Bruta = Lucro Bruto / Receita. Mede quanto a empresa gera de lucro bruto em cada 1 real vendido
Margem Ebit = Ebit / Receita
Mede quanto a empresa gera de lucro liquido em cada 1 real vendido
Receita LIquida = Receita Bruta - Impostos

Quem nao gosta de um grafico desses? Empresa em pura ascenção de resultados. O setor de locação é o classico maior escala = maior lucro

Fonte Vicente Guimaraes

Comparação com outras 18 empresas do Setor:

Aqui a briga eh somente entre 2 players. Locamerica (Unidas) x Localiza x Movida. Eh azul x verde x laranja.

A briga eh quase empre com RENT3 em 1º, Locamerica em 2º e Movida em 3ª
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Estrutura Societária:

Fonte Status investing

Resumo:

O ramo de locação de veículos como a gente pode ver nos dados sempre foi um mercado lucrativo. As empresas compram carros, colocam para alugaterceirizar e depois de um certo periodo vendem o carro ao mercado.
Um dado que me chamou a atenção é que grande parte do lucro da Lcam vem da terceirização de frotas e não do aluguel. Todas empresas grandes não compram carros, elas alugam os carros da Unidas por X periodo de tempo e dps trocam por uma frota mais nova. A unidas loca o carro e vende ao mercado depois.
Com a compra da Localiza a empresa vai virar um gigante do mercado de locação, com a Localiza mais focada na revenda de seminovos e locação para pessoas, a fusão em tese traz uma capacidade de negociação maior para a empresa.
Imagine que todo aerporto tem uma loja de cada uma das 3 concorrentes. Agora com a fusão uma loja por ser cortada, em tese uma redução de 50% nos gastos com vendas nesse caso.


Fonte RI da Lcam3
E voces, o que acham dessa empresa?
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Como Comprar Em Mercado De Peças Usadas Para Automóveis

Como Comprar Em Mercado De Peças Usadas Para Automóveis


Mercado de peças usadas online é tendência
A previsão de vendas para os próximos anos é ainda maior, e muito disso se deve ao mercado de peças usadas online, que tem crescido não somente no Brasil, mas também no mundo todo. Isso acontece porque a Era Digital fez com que consumidores realizem pesquisas antes de efetuar qualquer compra.
submitted by AutoridadeDigital to u/AutoridadeDigital [link] [comments]

O que fazer para ampliar a visualização e venda do meu curso na plataforma Hotmart?

O que fazer para ampliar a visualização e venda do meu curso na plataforma Hotmart?
Hoje fazer vendas na hotmart algo que milhares e milhares de pessoas estão buscando, um trabalho extra com pouca burocracia onde você possa ganhar o seu dinheiro sem sair de sua casa em suas horas livres, porém Nem Todos sabem como fazer suas divulgações ou até mesmo fazer vendas usando essa plataforma e acabam que fazendo seus cadastros e no final das contas não fazem nenhuma venda. Saiba como você pode mudar isso...

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Existe uma excelente ferramenta para divulgação tanto de infoprodutos ou de produtos físicos ou até mesmo a divulgação de serviços, imóvel, automóveis e muito mais.
Desde os primórdios da internet fazer anúncios em sites de classificados é uma mania, Tendo isso em vista foi desenvolvido um software para automação de marketing online chamado: PCG Programa Classificados Grátis, esse software nada mais é do que um agregador de sites de classificados grátis que tem em sua base de dados mais de 300 sites cadastrados, usando esta ferramenta você pode divulgar de forma automática nesse sites, algumas das grandes vantagens de usar o programa estão citadas abaixo:
1º - lista de sites de classificados funcionais e constantemente atualizada com novos sites que venham a surgir;
2º - a automação proporcionada pelo software que reduz o seu tempo de trabalho e facilmente você consegue anunciar em todos os mais de 300 sites sem muito trabalho;
3º - anúncios feitos usando o Programa PCG aparecem com facilidade nas buscas tanto do Google quanto de outros buscadores, geralmente o seu título anunciado é o que aparece nas buscas;
4º - geração de tráfego orgânico devido a indexação de seu anúncio pelos buscadores, novamente citando Google e outros;
5º - Como cada anúncio feito fica no site de classificados por alguns dias quanto mais anúncios você faz mais tráfico será gerado tanto de visitas orgânicas quanto das visitas vindas dos próprios sites de classificados.
6º - o Programa PCG tem um sistema de revenda e após adquiri-lo você também pode indicar outras pessoas ganhando comissões por cada indicação feita através de seu link;

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De fato vale muito a pena dar uma olhada no software e conhecer o melhor assim você vai entender exatamente como funciona, pesquisando no Google por: “PCG Programa Classificados Grátis” você vai encontrar o site do programa onde pode ver vídeos tanto de funcionamento do programa quanto de pessoas que usam o programa e tiveram resultados com ele. Você pode baixar o programa no site e testar gratuitamente em alguns sites para ver funcionamento em sua máquina.
Espero que de alguma forma esse texto possa ajudá-lo a divulgar os seus trabalhos pela internet, tanto links da hotmart Quanto qualquer outro link que você tenha divulgar, ou qualquer outro produto ou serviço, desejo sucesso e até uma próxima oportunidade.
Arquivada em:
http://onlinerenda.com.bblog/o-que-fazer-para-ampliar-a-visualizacao-e-venda-do-meu-curso-na-plataforma-hotmart.html
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Mantenha-se informado 07/04

📰 JRMUNEWS 🗞 Ano 2 – Nº 415 🗺 Notícias do Brasil e do Mundo 🗓 Terça-Feira, 7 de abril de 2020 ⏳ 98º dia do ano no calendário gregoriano 🌕 Lua Cheia 100% visível
💭 Frase do dia: "O que dá o verdadeiro sentido ao encontro é a busca, e é preciso andar muito para se alcançar o que está perto." - José Saramago
Hoje é dia... 🔹 do Combate ao Bullying 🔹 do Corretor 🔹 do Jornalista 🔹 do Médico Legista 🔹 da Saúde 🎂 Aniversário do Clube NÁUTICO Capibaribe de Recife-PE
😇 Santo do dia: 🔹 São João Batista de La Salle
🎂 Municípios aniversariantes: Fonte: IBGE • Araci-BA • Araçoiaba da Serra-SP • Ascurra-SC • Dores do Rio Preto-ES • Galvão-SC • Ipumirim-SC • Jeriquara-SP • José de Freitas-PI • Óleo-SP • Ouro-SC • Palmeira-PR • Pariconha-AL • Patrocínio-MG • Ribeirão Corrente-SP • Rio Doce-MG • São Domingos-SC • Torrinha-SP
🇧🇷 BRASIL 🇧🇷 ✍ Embaixada da China diz que fala de Weintraub foi 'racista' e cobra retratação; Ministro diz que pede desculpas se China fornecer respiradores ✍ Mandetta balança, mas por enquanto fica no governo, mas possibilidade de exoneração do ministro da Saúde, no entanto, continua forte ✍ Ministério da Saúde muda estratégia e propõe reduzir isolamento em estados e cidades com 50% da capacidade dos leitos vagos ✍ Ministério da Educação autoriza antecipar formatura de alunos da área de saúde ✍ Governo edita MP com medidas de segurança para setor portuário ✒ Em semana curta, Congresso foca votações em matérias sobre covid-19 ✒ Bolsonaro pode ser responsabilizado se ações contrariarem a OMS, diz Maia ⚖ TSE vai decidir se Partido Novo pode destinar fundo partidário para covid-19; Caso a medida seja autorizada, outros partidos que tiverem interesse em destinar recursos para a Saúde também poderão fazer as transferências ⚖ Ministro Toffoli do STF se declara contrário à punição de pessoas por furar isolamento ⚖ STF não validará ações do governo que contrariam OMS, diz Gilmar Mendes ⚖ PGR denuncia Paulinho da Força por suposta propina de R$ 1,8 mi ⚖ Ministro Barroso dá prazo até junho para definir eleição e se diz contra adiá-la 📌 Enem: começa prazo para solicitação de isenção de taxa 📌 Total de repatriados chega a 11,5 mil, aponta balanço do governo 📌 Eduardo Bolsonaro diz que isolamento não dura até o fim de abril 📍 Prefeitura de SP interdita 46 comércios por descumprirem quarentena 📍 Doria estende quarentena até dia 22 e usará PM contra aglomerações 📍 Horário para comércio e indústria no Rio muda a partir de hoje 📍 Surfistas são detidos no Rio após entrarem no mar 📍 Drone filma praça lotada durante fim de semana em SP 📍 Witzel estuda flexibilizar quarentena em alguns municípios do Rio 📍 Prefeito Crivella exonera 11 pessoas da pasta da Cultura no Rio 🚒 5 corpos são achados em navio que naufragou no Amapá há quase 40 dias 🚓 Guarda municipal é preso acusado de matar adolescente em Campinas-SP 🚓 Cadeirante morde e arranca parte da orelha de PM em abordagem no DF 🚓 Quadrilha saqueia loja e polícia consegue recuperar material furtado em casa de Cruzeiro do Sul-AC 🚓 Mulher morre após ser atacada com golpes de facão na presença das filhas em Tenente Portela-RS
🌎 INTERNACIONAL 🌍 🇦🇷 Argentina adia pagamento de dívida, e agência de risco rebaixa nota do país 🇨🇳 Cidade chinesa de Baicheng é 'engolida' por tempestade de areia 🇺🇸 Incêndio atinge aeroporto e destrói 3.500 carros de aluguel nos EUA 🇺🇸 Corpo de neta de Robert Kennedy é encontrado; Maeve Kennedy, de 40 anos, e Gideon, 8, sumiram após embarcarem em uma canoa. Equipes seguem procurando garoto, nos EUA 🇦🇺 Justiça da Austrália anula pena imposta ao cardeal Pell, acusado de abuso sexual de menores 🇬🇧 Miss Inglaterra troca a coroa pelo estetoscópio e volta a atuar como médica no combate à covid-19 🇻🇪 Venezuela decreta estado de sítio na fronteira com a Colômbia 🇺🇾 Mais de 80 passageiros de cruzeiro australiano ancorado no Uruguai têm coronavírus 🇪🇨 Equador decreta uso obrigatório de máscaras para conter casos de novo coronavírus 🇺🇳 Comissão de Direitos Humanos pede à ONU e OMS providências contra Bolsonaro 🇮🇱 Israel impõe quarentena durante a Páscoa 🇬🇧 Premiê britânico Boris Johnson é internado em UTI devido à covid-19
🖤 MORTES 🖤 ✝ Ângelo Machado, professor e médico, de parada cardíaca, aos 85 anos ✝ Jay Benedict, ator de Aliens e Batman, após contrair coronavírus, aos 68 anos ✝ George Ogilvie, diretor de 'Mad Max 3' e mentor de Russell Crowe, de parada cardíaca, aos 89 anos ✝ Radomir Antic, ex-técnico do Atlético de Madrid, Real Madrid e Barcelona, aos 71 anos ✝ James Drury, astro de 'O Homem de Virginia', de causas naturais, aos 85 anos ✝ Honor Blackman, a Pussy Galore de '007 Contra Goldfinger', de causas naturais, aos 94 anos ✝ Shirley Douglas, atriz e ativista, mãe de Kiefer Sutherland, aos 86 anos
🧫 CORONAVÍRUS (Covid-19) 😷 😷 Ministério da Saúde informa que o Brasil tem 553 mortes e 12 mil casos confirmados; São Paulo segue como epicentro da pandemia com mais da metade dos óbitos de todo o país (304), Rio de Janeiro (71), Pernambuco (30), Ceará (29) e Amazonas (19) 😷 Total de mortes chega a 4.897 na Inglaterra 😷 Mortes caem pelo 4º dia na Espanha; Itália também vive esperança 😷 Exemplo para o mundo, Coreia do Sul registra apenas 50 novos casos em 1 dia 😷 EUA têm 10,3 mil mortes e um quarto dos casos no mundo 😷 China tem primeiro dia sem mortes 😷 Japão tem pior mês da pandemia com 268 novos casos por dia, em média 😷 Uso em massa das máscaras profissionais preocupa a OMS; Máscara caseira é opção e pode ser de algodão, tricoline e TNT
💰 ECONOMIA 💲 💰 Ibovespa sobe 6,5% após chegar a saltar 8% antes de rumor da demissão de Mandetta; dólar cai a R$ 5,29 💰 3M diz que ainda não sabe se ordem de Trump para interromper exportação de máscaras afetará filial no Brasil 💰 Standard & Poor's reduz perspectiva da nota do Brasil para estável 💰 Canadá e EUA encaram perdas em safras por falta de mão de obra estrangeira 💰 Telefônica, dona da Vivo, parcela fatura de inadimplentes 💰 Venda de bebidas alcoólicas cai 52% entre 15 e 31 de março 💰 Poupança tem maior entrada de recursos para março em 26 anos 💰 Clientes do Banco do Brasil podem confirmar cheques por aplicativo 💰 Vendas em supermercados sobem 15,8% em fevereiro 💰 Banco que conceder crédito a folha de pagamento recolherá menos ao BC 💲 CMN cria linha de crédito com verba de fundo constitucional 💲 ANP suspende etapa de leilão de biodiesel devido ao coronavírus 💲 CNC estima queda histórica de vendas na Páscoa 💲 Bancos processam 2 milhões de pedidos de renegociação de dívidas 💲 Produção nacional de automóveis tem queda de 21,8% em março 💲 Indicador do Ipea de formação de capital fixo cresce 1,2% em fevereiro 💲 Grupo farmacêutico EMS é multado em R$ 6,5 milhões 💲 Japão usará 20% do PIB para reagir ao coronavírus 💲 PIB da China deve ter no 1º trimestre a primeira queda em 40 anos, diz estudo 📊 Indicadores: 🏦 Ibovespa 73656 pontos 📈 💵 Dólar Canadá R$ 3,714 📉 💵 Dólar Comercial R$ 5,292 📉 💵 Dólar Turismo R$ 5,59 📉 💶 Euro R$ 5,671 📉 💷 Libra R$ 6,502 📉 💸 Bitcoin R$ 38.816,02 📈 💸 Bitcoin Cash R$ 1.359,09 📈 💸 XRP R$ 1,06 📈 🔶 Ouro (g) R$ 283,14 📈 ⚪ Prata (g) R$ 2,5690📈 💰 Poupança 0,245% a.m. 💰 Selic 3,75% a.a. 💰 CDI 3,65% a.a. 💰 IPCA a.m. fev/20 0,25% 💰 IPCA a.a. 2020 0,4605% 💰 IPCA acum. 12m 4,0049% ⛽ Petróleo Brent (barril) US$ 33.340 📈 ⛏ Minério de Ferro 62% US$ 82,38 🐂 Boi (@) R$ 201,00📈 📉 💨 Algodão (@) R$ 86,91 📉 ☕ Café (sc) R$ 582,30 📈 🌽 Milho (sc) R$ 57,83 📉 🥚 Ovos (30 dz) R$ 117,30 📈 🥜 Soja (sc) R$ 101,40 📉
🔬 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SAÚDE 💓 💓 Capes abre inscrição para projetos de combate a epidemias 💓 Escolas de samba do Rio ajudam na produção de capotes descartáveis para hospitais 💓 Beneficiário de plano de saúde pode fazer consulta por telemedicina 💓 Hospital temporário do Pacaembu em SP começa a receber pacientes 💓 Rede de saúde em Manaus-AM entrou em colapso, diz prefeito 🔬 Centro nacional de pesquisas de Campinas seleciona 2 remédios para coquetel contra coronavírus e começa testes in vitro 🔬 Pesquisadores do RJ começam a testar uso do plasma de curados em pacientes com Covid-19 🖱 Anvisa proíbe uso interno do app Zoom por problemas de segurança
🏆 ESPORTES 🏆 ☑ Mãe do técnico Pep Guardiola morre aos 82 anos vítima de covid-19 ☑ Goiás convoca torcida a festejar 77 anos cantando nas janelas de casa ☑ Popó põe cinturão em leilão para comprar cestas básicas ☑ CBF doa R$ 19 milhões para futebol feminino e clubes das séries C e D ☑ Fortaleza abaixa valor de mensalidade para atrair novos sócios ☑ Richarlison doa 500 cestas básicas em sua cidade natal, Nova Venécia-ES ☑ Justiça dos EUA acusa Ricardo Teixeira de vender voto para a Copa de 2022
🎭 ARTE & FAMA 🌟 🎙 Em parceria com Lady Gaga, OMS anuncia show virtual com diversos artistas 🎙 Roberta Miranda reúne Sabrina Sato, Zeca Pagodinho e mais famosos em clipe 🎙 Pabllo Vittar processa Serasa por citar briga fake com Anitta 🌟 De surpresa, comentarista João Borges da GloboNews pede demissão após 17 anos 📺 Governo libera multiprogramação na TV digital por 12 meses 📺 Globo suspende contratos de atores até o fim da pandemia 📺 Por coronavírus, 'The Walking Dead' tem final anticlimático e sem batalha 📺 Globo Bahia entra em crise e corta salários de funcionários em 25% 🎞 Bacurau brilha em 'cinemas virtuais' e arrecada milhares de dólares nos EUA 🎞 'Minha Mãe É uma Peça 3' é o filme nacional que bombou nos cinemas em 2020
🔎 #FAKENEWS: Não é verdade que Alexandre Garcia diz, em texto sobre coronavírus, quarentena e Bolsonaro, que sociedade já escolheu sacrificar almas. Fonte: Boatos..org
🛳 TURISMO ✈ 🎒 Conheça Campos do Jordão-SP: Ao longo dos anos a cidade ganhou títulos e slogans como: - A Suíça Brasileira - A Cidade dos Festivais - O Melhor Clima do Mundo, com uma natureza exuberante e um clima reconhecido internacionalmente como um dos melhores do mundo. A cidade possui excelente infraestrutura na Gastronomia, Hospedagem, Compras, Lazer e Eventos Culturais. Privilegiada por estar entre as grandes capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, garante a grande frequência dos turistas nacionais e internacionais, dessa forma o turismo é responsável por toda a economia do município. Na alta temporada, a cidade chega a receber mais de um milhão de turistas. Com um excelente clima de montanha, a cidade é formada por três Vilas: Abernéssia, Jaguaribe e Capivari. No ponto mais alto de Campos do Jordão, a temperatura chega a 0ºC. A cidade possui muitos programas para aquecer os turistas: comer fondue, tomar chocolate quente, reunir-se com os amigos e apreciar a paisagem alpina da Vila Capivari. O Portal de entrada para os visitantes foi feito em estilo alpino, é um dos cartões de visitas da cidade, com exposições de produtos e serviços das empresas da cidade. O sistema multimídia ali instalado fornece aos turistas, completas informações sobre a cidade. As principais atrações turísticas são: Horto Florestal, Teleférico, Museu Felícia Lerner, Gastronomia, Pedra do Baú e a Estrada de Ferro. O Pico do Itapeva é um dos pontos mais altos do Brasil. Neste local é possível avistar mais de 15 cidades do Vale do Paraíba. As folhas secas de plátano espalhadas pelas ruas e a arquitetura inspirada nos Alpes compõem, com todo o charme, o ambiente da Suíça Brasileira como também é chamada. Em julho, ocorre o Festival Internacional de Inverno, que é considerado o maior evento de música erudita da América Latina. A cidade é palco do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, um dos mais importantes festivais de música erudita do Brasil há mais de 36 anos. São realizados mais de 40 espetáculos no Auditório Cláudio Santoro e em outros pontos da cidade. Fonte: Guia do Turismo Brasil
📚 FIQUE SABENDO... ...O Brasil vai mesmo do Oiapoque ao Chuí? ⁉ Não. A expressão surgiu no século 18, quando as fronteiras ao norte do país ainda não tinham sido definitivamente delimitadas. O extremo norte do Brasil é, na verdade, o Monte Caburaí, em Roraima, a 84,5 km do Rio Oiapoque. O local foi desbravado em 1930 por uma expedição organizada pelo Marechal Cândido Rondon. Quanto ao extremo sul do país, a afirmação está correta: o município de Chuí fica na fronteira com o Uruguai. Fonte: O Guia dos Curiosos
📖 BÍBLIA: Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Gálatas 5:1 🙏
Que seu dia seja como a vontade de DEUS: bom, perfeito e agradável!! 🥖
By JRMUNEWS 🐞 🗺 Pariquera-Açu-SP 📝 Fazendo diferente e a diferença
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Como posso construir um tráfego enorme para o meu site?

Como posso construir um tráfego enorme para o meu site?
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Recentemente passei por problemas referentes a levar tráfego pago a meu site, percebi que se parasse de pagar por essa fonte de tráfego de fato todas as minhas visitas iriam embora e eu não faria mais venda alguma, e de fato foi isso o que aconteceu quando eu tive que parar de pagar por tráfego em redes sociais e outros canais, então tive que buscar por alguma alternativa que não fosse esse tipo de tráfego, a boa notícia foi que consegui algo bem simples, e a má é que isso pode exigir de você um pouco mais de trabalho.
Vejamos os passos para conseguir um tráfego de qualidade para seu site, produto ou serviço…

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GERAR TRÁFEGO ONLINE DE FORMA CONTÍNUA E CONSISTENTE


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Em minhas buscas descobri um Software chamado (PCG Programa Classificados Grátis), esse programa é um agregador de sites classificados grátis em sua lista tem mais de 300 sites e você pode anunciar nesses sites usando o programa de forma automatizada, vejamos as vantagens de se fazer isso:
  • Geração de tráfego orgânico de qualidade
  • Visitas diretas dos sites de classificados
  • Posicionamento melhor nas buscas do Google e de outros buscadores
  • Automação na hora de anunciar
  • Lista de sites sempre atualizada com novos sites
Você pode conseguir tudo isso anunciando nos sites de classificados grátis usando o Programa PCG, atualmente é um software muito usado por pessoas que buscam vender online produtos, serviços ou até mesmo divulgar sites, blogs e outros como automóveis, imóveis e uma grande diversidade de produtos que possa se anunciar em um site de classificados.

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VANTAGENS DE SE GERAR TRÁFEGO ORGÂNICO


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Como eu disse antes é uma fonte de tráfego a qual você não precisa ficar pagando por ela todos os dias para se obter visitas ou para se ter leads, o tráfego orgânico é algo barato que você pode conseguir usando a técnica acima ou simplesmente gerar conteúdo e postar este conteúdo na internet também podem contribuir muito para você.
O bom dessa fonte de tráfego é que quanto mais você faz postagens em sites classificados ou outra meio que seja, mais você vai ter conteúdo na internet e mais tráfego diário você vai ter, Resumidamente, Quanto mais se posta mais se tem visitas.
Ao final de um mês você consegue ver resultados significantes usando esse tipo de técnica, e quando perceber que vai pagar um baixo custo por isso você não vai querer mais parar de gerar esse tipo de conteúdo.

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Espero ter ajudado e levado até a você uma nova forma de conseguir mais visitas ainda para seu negócio, desejo muito sucesso e que você consiga obter suas visitas a mais, e com isso fazer ainda mais vendas.
Agradeço muito se deixar um voto positivo ai nesse texto, isso me ajuda muito e evita que essa resposta seja marcada como spam. Aração até uma próxima oportunidade.
Arquivada em:
https://onlinerenda.com.bblog/como\_posso\_construir\_um\_trafego\_enorme\_para\_o\_meu\_site\_ou\_blog.html
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Vale a pena trabalhar com o marketing de afiliados?

Vale a pena trabalhar com o marketing de afiliados?

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Com Total certeza vale muito a pena trabalhar com marketing de afiliados, caso você tenha algum sistema e possa implementar um marketing de afiliado para fazer suas vendas você vai perceber que suas vendas podem disparar do dia para noite e caso você esteja apenas em busca de algum trabalho que possa divulgar e receber comissões por isso também vai perceber que é um sistema muito bom de onde você pode tirar um bom dinheiro sem muito investimento e apenas dedicando o seu tempo e esforço.
Leve em conta que não basta apenas se cadastrar em um sistema achando que vai ganhar dinheiro do dia para a noite sem fazer nada, muitas pessoas que pensam dessa forma acabam se cadastrando em Sistemas de revenda ou afiliados e no final não conseguem ganhar nada, mas isso ocorre justamente por se precipitarem e acreditar que apenas se cadastrando vão obter algum sucesso ou resultado
Não caia na lorota de que você pode ganhar dinheiro do dia para noite sem fazer absolutamente nada pois isso nunca foi verdade e não será, você tem sim que se dedicar e se esforçar para fazer vendas na internet ou divulgar um produto qualquer ao qual queira se afiliar, se dedicando você terá resultados sim, Sem dúvida alguma.
Sistemas de Afiliados/Revenda onde você pode se Cadastrar
Hoje na internet Existe uma grande variedade de sistemas onde você pode se cadastrar e estar revendendo algum produto ou serviço, Isso ocorre pelo fato de que as pessoas preferem pagar comissões a outras pessoas para estarem divulgando o seu produto ou serviço ao invés de pagar grandes fortunas com marketing que muita das vezes não trarão resultado algum, por isso facilmente Você pode encontrar e sistemas de afiliados.
Abaixo alguns exemplos de sistemas onde você pode se afiliar e revender produtos ou serviços e ganhar um extra online:
Software PCG programa Classificados grátis pcg.onlinerenda.com.br Se trata de um software de Publicidade online, serve para pessoas que desejam divulgar produtos ou serviços na internet Como por exemplo, sites, Imóveis, automóveis, roupas, Calçados, e uma outra diversidade de produtos. o programa é automatizado e nele Tem uma lista com mais de 200 sites de classificados grátis onde a pessoa pode anunciar usando o programa automaticamente, a grande sacada e sucesso do software se vem justamente pelo sistema de marketing afiliado onde muitas pessoas trabalham divulgando o software e ganham comissões por cada venda que é realizada, Sendo assim você pode visitar o site agora por exemplo, realizar o seu cadastro, e logo de imediato iniciar o seu trabalho divulgando essa ferramenta pela internet, é pago a você quase 50% de comissão por cada indicação realizada, o legal de tudo é que você não precisa ter muito trabalho com nada pois toda entrega todo gerenciamento e atendimento é feito pelo site, Cabe a você Apenas divulgar o seu link e receber as suas comissões por cada indicação realizada.
Software Promotion Site programadivulgarsite.com.br Também se trata de um software de publicidade, ele é muito semelhante a um software para envio de e-mail marketing porém ao invés de realizar o envio de um e-mail o software faz uma busca por sites que tenha determinada palavra chave, entra no site e envia uma mensagem diretamente no formulário de contato do site, Significado site você pode entender melhor como o software funciona, questão que devemos abordar aqui é que esse software também tem um sistema de revenda o qual para 50% de comissão por cada indicação que você realizar, gosto muito desse nicho de mercado pois é algo que é muito simples e se vender na internet e hoje milhares de pessoas buscam por marketing online então é algo mais fácil de se vender.
É sempre importante ficar atento aos sistemas ao qual você vai participar, afinal, eles podem ser ou não a chave para o seu sucesso online, cabe sempre é você ficar atento ao visual do site, se ele é ou não atrativo o suficiente para que as pessoas façam compras desse produto, não adianta ficar divulgando algo sendo que quando uma pessoa visitar o site ela não vai gostar e vai sair do site no final você só perde seu tempo, leve outras coisas em conta como por exemplo o nicho de mercado, se é algo muito concorrido ou não, se você tem segurança para realizar as divulgações como por exemplo um painel de controle onde você possa acompanhar o número de visitas da sua página, ter acesso às pessoas que emitiram um pedido de compra, e alguns outros funções que podem te ajudar a converter mais vendas.
Se estiver atento a tudo isso e tiver o principal que é a dedicação em suas divulgações com Total certeza vai valer muito a pena trabalhar em um sistema de afiliados ou revenda, quanto maior a dedicação e mais tempo é isso Mais resultados você vai ter, dependendo do sistema em que ingressar você pode obter resultados já nos primeiros dias.
Espero de alguma forma ter ajudado com minha resposta e que você possa obter algum proveito da mesma, por mais simples que seja se deixaram voto positivo agradeço muito, abraços e muito sucesso em suas buscas por um trabalho extra, desejo de coração que consiga atingir os seus objetivos ;)
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Contra a Propriedade Intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
O Inimigo do Rei
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Samuel Konkin e a teoria libertária

Los Angeles, entre os finais dos anos 70 e início dos anos 80, foi uma época próspera para os libertários. Nesses anos tive a sorte de conhecer muitas das notáveis personalidades e escritores influentes que viviam na área de Los Angeles, entre eles, Sam Konkin, ou dando seu nome completo, Samuel Edward Konkin III, foi um dos mais significativos.
Não se podia deixar de vê Konkin em qualquer reunião libertária. Para mostrar suas ideias anarquistas, ele se vestia completamente de preto, uma cor associada com esse movimento desde o século XIX. Se alguma vez já mudou de estilo, não poderia dizer, porque não o conhecia muito bem, mas nas ocasiões em que o via, estava sempre com essa cor.
Konkin tinha um dom para inventar palavras que atraíam o público libertário, e inclusive alguns libertários não familiarizados com Konkin utilizam hoje seus termos. Ele chamava os partidários de um Estado mínimo de “minarquistas“, condenou os do Partido Libertário (Libertarian Party) como “partidarquistas“, e alertava contra a influência indevida dos “Kochtopus”. Me recordo até de outros de seus termos, que não ficou tão famoso. Este se originou do seu desdém pelos minarquistas; em particular, não era um admirador do líder teórico minarquista, Robert Nozick. Não acho que isso chegou a ser escrito, mas chamava os seguidores de Nozick de “Nozis”. Isto era um pouco cruel, mas em qualquer caso era divertido.
Konkin era muito mais que um genial criador de termos. Murray Rothbard, que muitas vezes estava em desacordo com Konkin, disse dele: “E, no entanto, os escritos de Konkin são bem vindos. Porque nós necessitamos de muito mais policentrismo no movimento. Deve-se a ele a sacudida nos “partidarquistas” que costumam cair na complacência impensada. E, acima de tudo, porque ele se preocupa profundamente com a liberdade e pode ler e escrever, qualidades estas que parecem estar fora de moda no movimento libertário.” (‘Konkin on Libertarian Strategy?” )
Se examinarmos a obra principal de Konkin, “O Manifesto do Novo Libertário“, confirmaremos a opinião favorável de Rothbard sobre ele. Embora seu pensamento nem sempre gere concordância, demonstra uma notável originalidade, e levanta questões bastante pertinentes. Ele começa como um ataque sustentado contra o Estado como um predador e um criminoso: “Essa instituição de coerção, que centraliza a imoralidade, dirigindo o roubo e o assassinato e coordenando a opressão numa escala inconcebível pela criminalidade aleatória existe. Ela é a Máfia das máfias, a Gangue das gangues, a Conspiração das conspirações. Ela já assassinou mais pessoas em alguns anos recentes que todas as mortes da história até esse momento; ela já roubou em alguns anos recentes mais do que toda a riqueza produzida na história até esse momento; ela iludiu – para sua sobrevivência – mais mentes em alguns anos recentes do que toda a irracionalidade da história até esse momento. Nosso Inimigo, o Estado.”
Para os leitores de Rothbard, esta é a tendência geral, porém Konkin logo mostra que se diferencia de Rothbard em aspectos importantes. Por um lado, rejeitou as punições por violações ao princípio da não-agressão: só a restituição é justificável. “Devemos concluir esta descrição da teoria da restauração lidando com algumas das objeções mais comuns a ela. A maioria delas se reduz aos desafios de estabelecer um valor aos bens ou pessoas violadas. Deixar o impessoal mercado e a vítima decidir parece o mais justo tanto para a vítima quanto para o agressor. O último ponto pode ofender alguns que pensam que a punição é necessária para o mal no pensamento; a reversibilidade do fato não é suficiente para eles.”
A verdadeira novidade na teoria de Konkin surgiu de sua proposta de luta contra o Estado. Os libertários, dizia ele, devem abandonar a ação política. Em vez disso, devem ignorar o Estado em sua vidas diárias na medida do possível. Para isto, devem realizar seus negócios no mercado negro ou cinza. “Além de uns poucos esclarecidos novos libertários tolerados nas áreas mais liberais dentre as estatistas ao redor do globo (“tolerância” existe em relação ao grau de contaminação libertária do Estatismo), nós agora percebemos algo mais: grandes números de pessoas que estão agindo de forma agorista, com pouco entendimento de qualquer teoria, mas que são induzidas pelo ganho material a evadir, evitar ou desafiar o Estado. Certamente elas tem um potencial promissor.” No mercado negro, os bens que o Estado considera ilegais são comprados e vendidos, é claro fora do domínio do Estado. Os produtos que não são ilegais, mas são vendidos sem o conhecimento do Estado formam o mercado “cinza”. Konkin chamava as transações destes mercados, assim como as demais atividades que evitavam o Estado, de “contra-economia”. Transações pacíficas tem lugar num mercado livre ou “ágora”: daí o termo “Agorismo” para a sociedade que objetivava alcançar.
Para que este processo ocorra, uma importante condição deve ser cumprida, e Konkin sabia disso. Um grande número de pessoas devem atuar como empreendedoras independentes, ao invés de trabalharem como assalariadas. Para o Estado seria pouco provável ignorar as altamente estruturadas empresas; só os indivíduos ou no máximo grupos muito pequenos, poderiam aspirar se livrarem de suas garras. Muito melhor, argumentou Konkin. Os indivíduos livres, acreditava ele, deveriam, em qualquer situação, não ter que trabalhar para os demais.
Contudo, poderia uma sociedade em grande escala se formar caso a totalidade das pessoas trabalhassem só para si mesmas? Murray Rothbard não acreditava. Ele levantou contra Konkin uma objeção importante: “Em primeiro lugar, há um erro fatal, que não só vicia a estratégia agorista de Konkin, como também o permite fugir do problema da organização (veja abaixo). É essa surpreendente opinião de Konkin de que trabalhar por salários é de alguma maneira anti-mercado ou anti-libertário, e desaparecia em uma sociedade livre. Konkin afirma ser um economista austríaco de livre mercado, e como pode dizer que a venda voluntária de mão de obra por dinheiro é de alguma maneira ilegítima ou não libertária. Por outro lado, é simplesmente absurdo que acredite que, no mercado livre do futuro, o trabalho assalariado desaparecerá. A contratação independente, tão amigável como alguns a vêem, não é rentável para a atividade industrial. Os custos de transação seriam muito altos. É absurdo, por exemplo, imaginar a fabricação de automóveis por meio de contratantes independentes ou trabalho por conta própria.”
Konkin respondeu, com seu estilo característico, mas na minha opinião, sem sucesso; mas os leitores podem jugar por si mesmos. Ao invés de analisarmos em detalhes o agorismo de Konkin, gostaria de me concentrar na parte menos conhecida, mas mais estimulante e provocativa do seu pensamento.
Konkin rechaça por completo a propriedade intelectual e em 1986 escreveu um importante artigo sobre o tema. Alguns leitores podem considerar este fato surpreendente, já que acreditam que a “revolução anti-PI” é uma coisa dos nossos tempos, mas esta noção é baseada num mal-entendido. Muitas pessoas acredita que a maioria dos libertários, até a recente revolução, apoiavam as patentes e os direitos autorais. É claro que Ayn Rand e seus seguidores apoiam a PI, mas de maneira alguma todos os libertários fora do seu rígido círculo estavam de acordo com ela. Pelo contrário, as posições anti-PI estavam muito no ar, há trinta anos: Wendy McElroy se destaca sobre tudo em minha mente como uma forte e eficaz crítica a PI. Mesmo antes, Rothbard em “Man, Economy And State” (1962) estava a favor de substituir o sistema de patentes e direitos autorais por acordos contratuais, negociados livremente. (Se você se mover para fora do libertarianismo moderno, Benjamin Tucker atacou a PI há mais de um século, como Wendy McElroy documentou em um notável artigo).
Konkin sustentava que os direitos de propriedade privada se derivavam da escassez. Mas as ideias não são escassas; uma pessoa usando uma ideia não impede automaticamente ninguém de utilizá-la. “A propriedade é um conceito retirado da natureza do homem para determinar a distribuição de bens escassos – todo o mundo material – entre gananciosos egos competindo. Se tenho uma ideia, é possível que você também a tenha e isso não tirará nada de mim. Usará as suas como quiser e eu farei o mesmo com as minhas.” Não há, pois, nenhuma base na lei natural da propriedade que se aplique as ideias.
O que acontece se alguém negar isso? Não poderia alguém, então, dizer que qualquer um que invente uma palavra deveria deter a propriedade sobre ela? Um libertário notável daqueles dias, Andrew Joseph Galambos, não recuou ao defender exatamente isto, mas a maioria dos defensores da PI se negaram a submeter sua lógica até o final. Com base em que, no entanto, certo? “A. J. Galambos, bendito seu coração anarquista, tratou de levar os direitos autorais e as patentes a sua conclusão lógica. Toda vez que criamos um termo, o primeiro a fazê-lo deveria cobrar royalties. As ideias terem proprietário, disse ele, resulta em loucura e caos.
Para Konkin, o argumento contra a propriedade intelectual com base na lei natural era de importância fundamental, mas confrontou os defensores da propriedade intelectual usando argumentos utilitaristas próprios. Não era verdade, disse ele, que os autores não poderiam escrever sem a proteção dos direitos autorais. Aqueles que escrevem pelos benefícios financeiros continuariam a encontrar amplos incentivos econômicos num mundo sem PI: “Mas, então, a eliminação instantânea dos direitos autorais teria um efeito negligenciável sobre o sistema de estrelas. Enquanto isso cortaria a renda vitalícia e suculenta dos escritores populares, isso não teria qualquer efeito na sua maior fonte de renda: o contrato para o próximo livro (ou escrito, peça ou mesmo artigo de opinião ou crônica). É aí que está o dinheiro. “Você só é tão bom quanto a sua última obra” – mas você arrecada para tanto na sua próxima venda. As decisões de mercado são feitas sobre vendas antecipadas.”
Konkin novamente antecipa outro tema muito desgastado na recente revolução. Ele rastreia a origem da PI até chegar às concessões estatais para privilégios monopolistas: “Se os direitos autorais são tão ruins, como e por que eles se desenvolveram? Não foi pelo processo de mercado. Como todos os privilégios, eles eram concessões do rei. A ideia não tinha – nem poderia ter – surgido até a Prensa de Gutenberg e isso coincidiu com a ascensão da divindade real, e pouco depois, no avanço do mercantilismo.” Ele conclui da forma característica: “Isto [o direito autoral] é uma criatura do Estado, o morceguinho do Vampiro. E, ao que me consta, a palavra deveria ser copywrong.”
Não foi Konkin que deu origem a estes argumentos, mas é seu mérito singular dar-lhes uma enunciação distintivamente libertária. A maior parte das considerações em favor e em oposição das patentes e dos direitos autorais já são conhecidas há muito pelos economistas. Em Ação Humana, por exemplo, Mises menciona que ideias ou “fórmulas”, como ele as chama, podem ser utilizadas por muitas pessoas ao mesmo tempo. Ele também observa que as patentes começaram como privilégios monopolistas. Acabar com a propriedade intelectual pode transformar as invenções inteiramente em mercados externos; contra isso devem ser pesadas as vantagens advindas ao primeiro criador. Não há indicação no breve tratado de Mises que ele tivesse pensado que suas observações fossem originais. Ao contrário, ele parece estar resumindo um consenso bem firmado sobre as considerações importantes. (Ver Human Action, Scholar’s Edition, pp. 657-658.)
O trabalho de Konkin sobre PI merece pelo menos igual reconhecimento quanto a sua melhor mais bem conhecida defesa da contra-economia e do agorismo; e, conforme opiniões anti-PI prevalecem entre os libertários, eu prevejo que Sam Konkin será um nome que ouviremos com frequência.
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Contra a propriedade intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
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Com tantas Taxas e Taxinhas, porque não legalizar as drogas leves e a prostituição.

Como é facilmente observável, estamos perante mais um desnorçamento de estado. Distribuição de dinheiro dos contribuintes pelas clientelas do voto fácil. Como o dinheiro não nasce por geração espontânea (ex nihilo), é preciso ir buscá-lo, ao bolso do contribuinte. Aumento do preço do combustível, não redução do adicional, aumento da taxa sobre os veículos automóveis, etc., etc., etc. Proponho, então, que uma vez que querem mais taxas (como agora a da proteção civil, independentemente do nome que lhe chamem), sejam colectados sectores de actividade, bastante procurados, como é o negócio da prostituição e o negócio da distribuição e venda de drogas leves. Poderia, propor, uma outra visão de "governo", mas, isso...
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Contra a propriedade intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
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Contra a propriedade intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
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Modernidade, Iluminismo e Revolução Industrial: (portfólio mod4, pt.2)

2ª Revolução Industrial

Características:
“Com tal quantidade de objetos desfilando diante de meus olhos, eu vou ficando aturdido. De todas as coisas que me atraem, nenhuma toca meu coração, embora todas juntas perturbem meus sentimentos, de modo a fazer que eu esqueça o que sou e qual o meu lugar.”
(Rosseau, A nova Heloísa)

Paralelamente ao desenvolvimento industrial surgem os meios de comunicação de massa (jornais, rádio, cinema), mas ainda sem um consumo em massa porque a maioria é iletrada ou não possui condições financeiras de adquirir os aparelhos necessários.

Impactos da Revolução Industrial


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Correntes de pensamento – Século XIX

Liberalismo - deixar a economia livre
David Ricardo - teoria do valor do trabalho = mínimo necessário à sobrevivência do trabalhador. Propõe aplicar a lei da oferta e da procura também ao trabalho; Thomas Malthus - os trabalhadores são pobres porque têm filhos demais;
Socialismo utópico - Saint-Simon, Fourrier e Owen apresentam propostas diferentes de sociedades mais igualitárias que não chegam a ser tentadas ou fracassam pois para instalá-las acreditavam na boa vontade dos capitalistas em reformar o sistema e consertar as desigualdades;
Socialismo científico (marxismo) - Karl Marx e Friedrich Engels partem de uma análise criteriosa da sociedade capitalista e propõem uma revolução operária para abolir a propriedade privada e instaurar o socialismo que aos poucos evoluiria para o comunismo;
Anarquismo - Proudhon, Bakunin, Tolstói e Kropotkin defendem a destruição de toda a forma de poder e opressão: Estado, propriedade privada e família;
Socialismo cristão - papa Leão XIII lança a encíclica Rerum Novarum (1891) opondo-se tanto ao socialismo quanto à exploração capitalista. Apresenta-se como agente de justiça social e exige do Estado a criação de uma legislação trabalhista.

No final do século XIX, as classes trabalhadoras passaram a ter direitos, alguns recursos e tempo livre (12h/dia).


Sistema Capitalista e Indústria Cultural

Lógica da distinção

A indústria estratifica os consumidores determinando quem irá consumir o que, bem como que objeto será consumido
Há um tipo de produto destinado a cada classe social que garante status para quem o possui
O sistema capitalista e o mercado procuram conquistar a “alma” humana, Incentivam também a adoção de hábitos e
padrões de comportamento. Divertir é simultaneamente distrair, ou seja, preencher as horas de lazer fora do trabalho como também desviar o indivíduo das questões relativas a sua vida, a sua própria alienação. Essa é a função narcotizante da indústria cultural que assegura a reprodução do capitalismo.
A tecnologia provocava fascínio e orgulho, levando à vitória de tudo que a fábrica representava desde seu início no século XVIII: a divisão de tarefas, a perda do controle do processo produtivo pelos trabalhadores, a presença opressiva dos patrões, o aumento do lucro, a necessidade de mais mercados e fontes de matéria-prima.
-Implicava, portanto, em relações de dominação.
-A tecnologia não é neutra, nem necessariamente libertadora
Tem consequências ambientais (desmatamento, extinção de espécies, poluição, escassez de recursos, aquecimento global, derretimento das calotas polares, aumento dos oceanos, mudanças climáticas…), sociais (exploração do trabalhador, desemprego…), econômicas (aumento da distinção entre ricos e pobres, crises de superprodução…) e políticas (neocolonialismo, relações de dominação entre países, guerras…).
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Postos de SP rejeitam combustível após atos de violência; PM usa Choque

Proprietários de postos de São Paulo estão recusando receber combustíveis para abastecimento da população em razão de uma série de ameaças e atos de violência praticados por grupos ligados ao movimento grevista.
Houve promessas de ataques a postos por meio de áudios enviados para celulares de proprietários e funcionários desses estabelecimentos.
Essas intimidações levaram ao cancelamento de dezenas de escoltas programadas pela Polícia Militar na noite de domingo (27) para a capital paulista, destinadas a proteger o fornecimento de combustível para o público em geral, e não apenas para o atendimento de serviços emergenciais.
A medida indicava a possibilidade da retomada da rotina de famílias paulistanas, afetadas com o desabastecimento principalmente de combustível para veículos particulares.
Essa operação tinha sido organizada pela cúpula da PM com associações de distribuidores, mas acabou naufragando após a recusa de donos de postos e também de motoristas de caminhões-tanque, igualmente ameaçados.
A PM tinha anunciado ao menos 20 escoltas para a capital das 20h à 0h de domingo, mas minutos depois a operação foi suspensa porque, segundo a corporação, os donos de postos sustaram os pedidos de entrega de combustível com medo de represálias.
Um exemplo do grau de intimidação sofrida pelos funcionários de postos ocorreu na noite de domingo (27) em estabelecimento nos Jardins.
O caminhão com cerca de 30 mil litros de combustível chegou ao local por volta das 18h, escoltado por veículos da PM e por dois supostos sindicalistas em uma motocicleta.
Os frentistas disseram que só venderiam combustível para abastecimento de carros da polícia, até porque os homens que se apresentavam como sindicalistas não permitiam a venda para veículos comuns.
Os funcionários do posto conversaram com a Folha quase sussurrando, com evidente medo da dupla. Essa era a mesma informação repassada aos clientes que formaram uma fila em poucos minutos em torno do posto.
Com isso, a cidade de São Paulo continuava quase sem opção para abastecer com álcool ou gasolina. Os poucos postos onde ainda havia esses combustíveis tinham filas quilométricas e com constantes conflitos entre usuários.
José Alberto Gouveia, presidente do Sincopetro (sindicato dos revendedores de combustível no estado de São Paulo), afirma que muitos estabelecimentos têm recebido mensagens anônimas com ordem para interromper a comercialização do produto. "As mensagens dizem que vão destruir os postos, atear fogo", diz.
Motoristas de caminhões-tanque também têm sido alvo de ameaças. Nos bloqueios nas estradas, eles são fotografados, bem como seus veículos, e avisados de que não podem levar combustível para postos que fazem a venda para consumidor particular.
Os manifestantes avisam que só permitem envio de combustível para estabelecimentos que fazem o abastecimento de veículos de serviços emergenciais —como de segurança pública, bombeiros e de saúde.
"Dizem que vão pegar quem não cumprir a ordem", afirma Flávio Campos, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo de Campinas (Recap), entidade que representa 1.400 postos em 90 cidades da região.
Na noite de domingo, manifestantes chegaram a atacar um centro de distribuição da Petrobras em Barueri (Grande São Paulo) e depredaram veículos que tentavam deixar a unidade para fazer o abastecimento de óleo para empresas de ônibus.
O comando da Polícia Militar enviou a tropa de choque para controlar os manifestantes.
À Folha, a empresa JSL, proprietária dos veículos, disse que lamentava o episódio.
"A JSL afirma que, desde o início das manifestações, tem orientado seus motoristas e agregados no sentido de continuar operando normalmente, de modo a cumprir os contratos e compromissos", disse, por meio de nota. "Mas sempre prezando pela segurança, tanto das cargas quando dos próprios motoristas."
Na noite desta segunda-feira (28), a Polícia Militar enviou grupamentos do batalhão choque para nove centro de distribuição na Grande SP.
"Já ocorreram vários ataques", diz Gouveia, do Sincopetro. "Eles furam os pneus e atiram pedras no para-brisa."
Nos dias anteriores, houve resistência do governo paulista para liberar a utilização do choque --havia orientação do governador Márcio França (PSB) para evitar conflito.
Também nesta segunda, PMs entraram pela primeira vez em confronto com manifestantes. Um dos conflitos ocorreu no km 25 da rodovia dos Imigrantes, que leva ao litoral, quando motoristas de caminhão fecharam as faixas de todas as pistas, impedindo a passagem dos veículos, inclusive de automóveis.
Um segundo confronto ocorreu em Campinas, no interior de São Paulo, com moradores da região que tentaram fechar uma via.
A ordem do comando da Polícia Militar, segundo a Folha apurou, é evitar confronto desnecessário com manifestantes, mas não permitir intimidações a caminhoneiros e a postos de gasolina.
"O governo não quer ir para o confronto, o que foi correto até aqui", diz Campos, do Recap. "Mas não há mais o que fazer, o governo já cedeu em tudo o que eles queriam e os protestos continuam", afirma.
https://www1.folha.uol.com.bcotidiano/2018/05/postos-de-sp-rejeitam-combustivel-apos-atos-de-violencia-pm-usa-choque.shtml
submitted by Paralelo30 to BrasildoB [link] [comments]

Desenvolvi uns projetos e preciso de idéias para monetizar

Desenvolvi dois projetos ao longo deste ano que gostei muito e são tecnológicamente interessantes (para mim ao menos). Preciso de idéias de como monetizá-los, se for possível é claro. Talvez a tecnologia seja ultrapassada e eu estou a viajar.
O primeiro é um detector de áudio semelhante ao Shazam. Ele ouve um pedaço de música ou audio por exemplo e identifica qual é o audio em execução, com base na lista existente. Em tese, acho que poderia ser aplicado a medições de audiência via celular, medições de inserções de publicidade em mídias tradicionais (rádio e tv).
O segundo é um identificador de placas de automóveis, que identfica o modelo e ano do carro. Pensei em colocar em catracas de shopping centers, oferencendo promoções direcionadas.
1 - Você tem alguma idéia de onde aplicar esse tipo de solução ?
2 - Como um desenvolvedor, sou noobie em marketing e vendas. Que caminho devo seguir ?
3 - Dá para ganhar dinheiro de alguma forma ?
Ajudem-me !
submitted by silverat to brasil [link] [comments]

E se Portugal proibisse a venda de carros novos com motor de combustão interna?

Esta ideia começou como um showerthought mas tenho vindo a ruminá-la nos últimos dias: a proibição da venda de novos carros com motor de combustão interna, movidos a gasolina, gasóleo, GPL, etanol, etc. basicamente automóveis poluentes.
Seria alguma coisa para entrar em vigor a partir de 2019, ou 2020 por exemplo, anunciada o mais rapidamente possível para que os fabricantes tivessem tempo de complementar a oferta já existente de eléctricos com zero emissões. Poderia ser limitada a veículos ligeiros, para não afectar demasiado os transportes de mercadorias (camiões) e de pessoas (autocarros, camionetas). Atenção que não influenciaria em nada os veículos já em circulação nem a venda de usados, diminuindo o impacto imediato da medida e também o impacto na economia dos combustíveis, etc. Colocaria Portugal na vanguarda da transição da mobilidade dependente nos combustíveis fósseis para energia renovável, até como playground a nível mundial (não sei se haverá já algo semelhante noutros países ou estados - só conheço o exemplo da Califórnia ter obrigado nos anos 90 todos os fabricantes a disponibilizarem pelo menos um veículo elétrico na sua oferta, mas já estamos quase nessa fase actualmente; e outros obrigarem a quotas em percentagem do total de vendas - poderia ser uma forma de transição até atingir os 100%).
Algumas questões: é possível, legalmente? Entra em colisão com alguma lei da concorrência ou algo do género? Qual o possível impacto na economia? Será que haveria fundos comunitários que pudessem ajudar a mitigar esse impacto?
Gostava de ver uma discussão informada e saudável sobre este tema, e estou disponível para quaisquer críticas/sugestões.
submitted by gonal123 to portugal [link] [comments]

Sobre a Gurgel, empresa de automóveis brasileira que faliu graças a más políticas e falta de incentivo do governo

Gurgel Motores S/A foi uma fabricante de automóveis brasileira, desenvolvidos pelo engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel. Com a proposta de produzir veículos 100% nacionais. (...)
O novo governo do Brasil, do presidente Fernando Collor de Melo, tomou medidas que prejudicaram a Gurgel. A primeira delas foi isentar todos os carros com motor menor que 1000 cm³ do IPI - o que levou as grandes montadoras estrangeiras instaladas no país a lançar quase que instantaneamente carros com preços menores que os do BR-800 e com mais recursos.
Pensando mais à frente, o engenheiro Gurgel decidiu fazer um novo projeto, batizado de Delta, que seria um novo carro popular de baixo custo que usaria o mesmo motor Enertron e custaria entre 4000 dólares e 6000 dólares, mas não chegou a ser fabricado em série (apenas pouquíssimos protótipos foram fabricados). A Gurgel chegou a adquirir algumas das máquinas-ferramenta que acabaram não sendo usadas. Ciro Gomes, na época, governador do Ceará e o Sr. Luiz Antônio Fleury Filho, governador de São Paulo, não honraram um compromisso de "apoio irrestrito" (ou protocolo de intenções) ao Projeto Delta.
A empresa havia batido seu recorde de vendas, quando comercializou 3.746 carros em 1991, mas caiu para 1.671 em 1992 devido a greve de funcionários da alfândega brasileira em 1991, que impediu a chegada de componentes da Argentina. A quebra no ritmo de produção quebrou o fluxo de caixa da empresa e as dívidas se acumularam.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gurgel
submitted by LoreChano to brasil [link] [comments]

ND INVEST

ND INVEST é uma plataforma de compras instantâneas dos imóveis, carros e mobília a preços com discontos e saldos de marketing.
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TOKENS DYCOIN DycoinToken é a criptomoeda de Dylyver. O token acelerará uma abordagem global padronizada para compartilhamento de viagens peer-to-peer e entrega de pacotes sob demanda aprimorada pelas vantagens das transações protegidas por blockchain. O token corresponde ao padrão ERC20 e é padrão para contratos smart com tokens.
Nome do token DYCOIN Símbolo DYC Quantidade 50 bilhões Quantidade mínima de compra Um DYCOIN Oferta adicional Nada planejado Preço simbólico único $0.1 Datas pré-ICO 16 de maio a 14 de junho Datas ICO 15 de junho a 19 de julho
https://www.ndinvest.ltd
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ITN 28.09.2020- Golpe em site de vendas de automóveis faz ... VENDAS DE AUTOMÓVEIS - CÂNDIDO MOTA - SP - YouTube Como iniciar na venda de carros usados? - YouTube Como Funciona a venda de carros - YouTube Auto Braga Automoveis - YouTube

De acordo com os dados fornecidos pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis a Renault, em Dezembro de 2016, assinalou um aumento da procura na ordem dos 14%. Em todo o ano de 2016, a Renault viu as suas vendas aumentar, dentro do mercado europeu, cerca de 12%. N.A MULTIMARCAS há 37 anos no mercado atuando com transparência e com carros de procedência. Entre em contato com nossa equipe de vendas em Curitiba e faça a melhor negociação.(41)3342-9002. Whatsapp: [41] 98774-4106 Naautomoveis.com.br. Uma publicação compartilhada por N.A Automóveis (@naautomoveis) em 27 de Set, 2018 às 12:14 PDT O aumento de vendas de automóveis e comerciais leves na Bahia superou a média nacional no mês passado. Em setembro, o setor cresceu 22,6% sobre agosto, puxado pelos utilitários (alta de 37,47% ante 18,43% dos automóveis). No acumulado do ano, o estado emplacou 47.426 veículos. “O volume de ... O levantamento consistiu no preenchimento, por nove profissionais de vendas de automóveis, de um questionário que procurou levantar a percepção desses profissionais para o comportamento dos consumidores de automóveis, no processo da compra. Carlos Roberto de Oliveira v. 1, n. 2, jul.-set./2005, p. 85-105 ... N o mês passado, as vendas de veículos de passeio na Europa registraram queda de 56,8% com 623,8 mil unidades negociadas ante 1,4 milhão de automóveis entregues em maio de 2019.. De acordo com o relatório da Acea, associação que representa os fabricantes instalados no continente, divulgado na quarta-feira, 17, apesar de o mercado ter sofrido outro acentuado declínio, foi menos ...

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ITN 28.09.2020- Golpe em site de vendas de automóveis faz ...

Auto Braga - Um novo conceito em vendas de automóveis #autobraga Conceito e direcionamento com as melhores condições em vendas. Modelos CAMINHONETES, SUV, SE... Vídeo voltado para quem deseja começar no ramo. mascat.com.br Instagram @mascatmotors #leilao #repasse #carrosusados Propaganda é a alma do negócio ! Quem nunca ouviu essa frase ? Veja aqui 5 comerciais super criativos de automóveis. Algum você vai gostar, com certeza ! Obr... #veiculos#brinquedos#acessorios#vendas#perfumaria#eletronicos#roupas#pizzaria#papelaria#artesanato#lanches#cosmeticos#celular#bolsa#comerciosassis#materiales... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

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